Como aprender inglês de forma divertida!

  • 08/02/2019
  • Fonte: G1

Games, smartphones e websites: são diversos os termos de origem inglesa com os quais as novas gerações são frequentemente bombardeadas - o que não acontecia com tamanho volume e frequência até pouco tempo atrás.

Por conta disso, aprender inglês atualmente passou a ser algo divertido e até mesmo desejado pelos jovens. Afinal, além de ser uma forma de já pensar no futuro profissional, o domínio do idioma também traz vantagens pessoais, especialmente no que diz respeito ao consumo de entretenimento.

Quando associado ao método lúdico, essa aprendizagem fica ainda mais natural e espontânea. Quer saber mais sobre o tema? Então acompanhe a leitura!

- O que é o método lúdico?

Em sua etimologia, a palavra "lúdico" deriva de "ludus", que significa "jogos" ou "divertimento" em latim. Quando utilizado na pedagogia, o método incentiva o aprendizado por meio de brincadeiras ou tarefas recreativas.

Muito utilizado com crianças e adolescentes, essa metodologia chama a atenção desse público especialmente por meio do prazer. O cérebro entende aquela atividade proposta como brincar e, não necessariamente, com a obrigação de estudar.

Ao considerarmos que é dessa forma natural, divertida e espontânea que aprendemos uma língua nativa, fica fácil entender por que o método lúdico é amplamente utilizado no ensino de idiomas. Ao contextualizar uma segunda língua, seu ensino se assemelha à aquisição do português - no nosso caso -, e a assimilação fica mais leve.

São diversas as atividades que podem ser introduzidas com o objetivo de estimular o aprendizado do inglês ou outro idioma. Entre elas:

- jogo da memória;
- adedanha/stop;
- queimada;
- jogo da velha;
- forca;
- ciranda e cantigas de roda;
- mímica;
- cabo de guerra;
- esconde-esconde.

- Como esse método estimula os alunos?

O método lúdico não precisa necessariamente ser utilizado apenas com crianças e adolescentes. Adultos também podem se beneficiar desse método, mas a principal diferença é que normalmente "gente grande" tem mais dificuldade em admitir que gosta de uma boa brincadeira.

O importante é entendermos que, independentemente da idade, o ensino divertido traz vários benefícios para o estudante. Vamos conhecer alguns.

- Aprimoramento das habilidades cognitivas e motoras:

O jogo do stop e a forca podem estimular amplamente o raciocínio lógico. O bambolê, o slime ou a massinha de modelar, por sua vez, incentivam o trabalho manual e desenvolvem habilidades motoras.

É possível contextualizar o tema abordado em aula de acordo com a idade dos alunos. Para os mais novos, uma aula com massinha pode trazer um exercício sobre cores. Para os mais crescidos, um jogo de forca pode trabalhar expressões ou vocabulários recém adquiridos.

- Desinibição:

Comumente, a escola é o primeiro local de socialização das crianças com pessoas de fora da família. Assim, é comum um comportamento mais retraído nos primeiros momentos. Jogos e brincadeiras servem para "quebrar o gelo" e iniciar a criação de vínculos entre a turma e também dos alunos com os professores.

Os mais crescidos que querem diminuir a timidez também podem se beneficiar. O brincar tira um pouco da pressão que práticas escolares mais tradicionais impõem - como apresentar um trabalho na frente de toda a turma - facilitando a integração entre os alunos.

- Socialização:

Tanto para crianças como para adolescentes, a metodologia lúdica traz vantagens no que diz respeito à socialização. Se você prestar atenção, a grande maioria das atividades que listamos no primeiro tópico são mais interessantes quando praticadas em grupo.

Isso estimula o trabalho em equipe e até mesmo já prepara o jovem para a vida adulta, onde o mercado de trabalho exige uma alta dose de colaboração. Além disso, trata-se de uma boa oportunidade de ensinar valores sobre empatia e mostrar a beleza que existe nas diferenças entre cada ser humano.

- Identificação de valores:

Além da empatia, outros conceitos podem ser trabalhados por meio de atividades lúdicas de forma leve e natural. Noções de sustentabilidade podem ser trabalhadas em uma aula de jardinagem, por exemplo; a reciclagem pode ser discutida após uma aula prática de culinária, e por aí vai.

Além disso, quando trabalhadas no ensino de um novo idioma, essas atividades também reforçam ideias sobre o respeito e a valorização de diferentes culturas, o que estimula os mais jovens a serem cidadãos do mundo.

- Por que aprender um novo idioma ainda na infância?

Antigamente, acreditava-se que o aprendizado de uma segunda língua na infância atrapalharia o desenvolvimento na educação tradicional, causando confusão com relação ao aprendizado do português. Entretanto, essa teoria já foi refutada e fica cada vez mais claro que o bilinguismo é não só vantajoso ao aprendizado na escola regular, como mais propício de ser alcançado se estimulado desde cedo.

Se associado à prática de atividades lúdicas, o aprendizado do inglês na infância é muito mais natural se comparado a esse processo em adultos. Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, nunca é cedo demais para começar a pensar no futuro, não é mesmo?

Além disso, a globalização e a vida em redes estimulam o contato das crianças com o inglês desde muito cedo, seja por meio de jogos, filmes ou músicas. Tudo isso estimula um interesse - e até mesmo uma facilidade - maior em se aprofundar nessa segunda língua e chegar à fluência mais cedo.

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